Dentre a diversidade de discursos aliados a uma diversidade de produtos que a indústria de alimentos tem proporcionado à sociedade, emerge um conjunto de opções, e cabe a cada indivíduo, paradoxalmente, uma única alternativa: a escolha. Giddens (2001) aponta a escolha como o componente fundamental da atividade cotidiana no terreno existencial da modernidade tardia. É exatamente a complexa diversidade dessa modernidade que marca tal escolha, tendo ainda o pouco auxílio para selecionar as opções. A pluralidade dos estilos de vida é apontada como um dos traços que marcam a experiência da modernidade. Trata–se de práticas às mudanças que envolvem as múltiplas decisões diárias. Essas decisões não são apenas do como agir, mas também sobre quem deseja ser.

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